Fotofobia: causas e tratamentos

Fotofobia: causas e tratamentos

A fotofobia é caracterizada pela  sensibilidade a exposição à luz. Ela pode ser intensa ou regular e acontece com luz natural ou artificial. Essa condição proporciona um grande desconforto e irritação aos olhos.

Geralmente quem sofre dessa condição enfrenta dificuldades em abrir os olhos, ou mantê-los abertos, em ambientes relativamente claros. As causas desse problema podem ser várias. Saiba mais sobre a fotofobia!

Quais são as causas?

A fotofobia ocorre quando as células fotossensíveis da retina não suportam o excesso de luz. Ela não é considerada uma doença, mas sim um sintoma. Acontece na maioria dos casos por fatores congênitos, ou seja, um fator que acompanha a pessoa desde o nascimento.

A fotofobia pode ser desencadeada por problemas visuais, como a inflamações oculares (como uveítes e reações pós-operatórias), alterações na retina (como degenerativas e albinismo) e lesões corneanas ou por causas sistêmicas, como alterações do sistema nervoso central, o que provoca dor de cabeça e enxaquecas.

Pessoas que possuem olhos claros são mais suscetíveis a fotofobia. Isso porque é o pigmento dos olhos que ajuda a proteger contra o excesso de luz. E os olhos claros possuem menos pigmento e assim mais chances de desconforto visual pela incidência de luz.

Tratamento

Não existe tratamento específico para “curar” o paciente com fotofobia.  Porém, se ela for um sintoma de outra doença, a possibilidade da fotofobia desaparecer é maior.

O tratamento varia de pessoa para pessoa e por isso o importante é consultar um médico para descobrir o problema originário da fotofobia e assim tratá-lo.

Algumas pessoas possuem uma sensibilidade natural para a luz. Para elas, o recomendado é usar óculos de sol com proteção ultravioleta (UV) adequada. Uma boa  opção, nesse caso, é investir em lentes polarizadas, pois elas oferecem proteção extra contra os reflexos de luz.

Além do desconforto visual, podem surgir sintomas como vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, visão embaçada, ardor nos olhos, dor nos olhos, inchaço ocular e até dores de cabeça. Por isso é importante sempre procurar um médico para um diagnóstico mais preciso!

 

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