Síndrome do olho seco: saiba mais sobre a condição

Síndrome do olho seco: saiba mais sobre a condição

Sabe aquela sensação de olho seco, como se estivesse com pequenas partículas de areia? Imagine isso sem interrupções, diariamente. Talvez se aproxime do sentimento que uma pessoa com a síndrome do olho seco possui.

Normalmente, o quadro se apresenta em pessoas mais velhas, principalmente em mulheres. No entanto, no mundo moderno, a condição está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas – e você entenderá o porquê ao longo deste post.

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O que é a síndrome do olho seco?

É um quadro causado por uma disfunção nas glândulas e dutos lacrimais. Sendo assim, há pouca produção de lágrima – ou, em alguns casos, nenhuma. Consequentemente, a córnea e a conjuntiva (membrana que protege a parte da frente do olho) deixam de ser lubrificadas.

Segundo uma pesquisa da Associação dos Portadores de Olho Seco (Apos), pelo menos 18 milhões de brasileiros sofrem com a doença diariamente. Portanto, é importante saber sobre os sintomas da síndrome, para que o problema seja tratado com cada vez mais assertividade.

Quais as causas?

Como dissemos no início do texto, a síndrome do olho seco é comumente diagnosticada em pessoas mais velhas. Sendo assim, o envelhecimento é uma das causas, já que a função das glândulas lacrimais é reduzida com o passar dos anos.

Síndrome do olho seco: saiba mais sobre a condição. Foto/Reprodução: DawnPoland no iStock

A maioria das pessoas não sabem, mas as lágrimas possuem três componentes: oleoso, mucoso e aquoso. Este último é perdido ao longo do tempo ou devido a doenças como lúpus, por exemplo.

No entanto, o ato de ficar em frente a uma tela por muito tempo também pode ser um fator de influência no aparecimento da síndrome do olho seco. Isso porque, quando estamos olhando para um uma tela (de televisão, celular, notebook, etc.) temos tendência a piscar menos.

Aqui, então, entramos em uma curiosidade! Você sabia que uma simples piscada protege a lágrima de evaporar? É isso mesmo. Ao piscar, aqueles três componentes que citamos se misturam e, como consequência, o aquoso (que evapora mais rapidamente) permanece por mais tempo em contato com o olho.

Sendo assim, quando ficamos muito tempo sem piscar, o líquido da lágrima evapora e deixa de lubrificar parte do olho. Isso também pode ser causado pelo vento ou ar condicionado em excesso.

Quais os sintomas da síndrome do olho seco?

Entre os sinais do problema, podemos citar:

  • Olho seco;
  • Sensação de areia nos olhos;
  • Olhos vermelhos;
  • Ardência;
  • Olhos mais sensíveis à luz;
  • Produção de muco;
  • Coceira;
  • Dor nos olhos;
  • Visão embaçada;
  • Olhos lacrimejantes em momentos específicos.

 

Síndrome do olho seco: saiba mais sobre a condição. Foto/Reprodução: fizkes no iStock

 

Como é feito o tratamento e quais os cuidados que devem ser tomados?

O tratamento da síndrome do olho seco normalmente é feito com o uso de medicamentos lubrificantes (em colírio ou creme). No entanto, apenas um oftalmologista pode indicar exatamente a melhor opção de tratamento para cada paciente.

Além disso, é de extrema importância identificar o que causou o quadro e, se possível, controlar a origem. Se, por exemplo, a síndrome tenha sido causada pela exposição às telas, devem ser tomadas algumas medidas para evitar que a doença de agrave.

Outros cuidados que podem ser tomados são:

  • A cada 20 minutos, tirar uma pausa de qualquer atividade que esteja fazendo para piscar e descansar os olhos;
  • Ingerir alimentos com nutrientes benéficos para a saúde ocular, ricos em ômega-3;
  • Intercalar o uso de lentes de contato com óculos de grau.

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